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quarta-feira, 4 de maio de 2011

12+3




São 15 meses fantásticos, unicos e primeiros de muitos. OBRIGADO meu amor, por me fazeres tão feliz.
Amo-te muito André.

sábado, 30 de abril de 2011

amo-te





È dia chuvoso, e apenas o aconchego do lar é apetecível. Mas não, não posso, e acho que até mesmo não quero. È dia de enfrentar a minha escola, viver o primeiro de muitos dias daquela doce companhia. Assim cheguei, de sorriso e mãos trémulas. Deixei a insegurança na prateleira do passado e trouxe comigo bem junto ao peito a esperança de um novo futuro. Levantei a cabeça, e os meus olhos foram ao teu encontro. E lá estavas tu pronto a receber-me, na incerteza de como seria, na imaginação da possibilidade. Por fim cheguei e nada mais queria a não ser os teus doces beijos e acolhedores abraços. Em poucos segundos descobri que o aconchego do mundo que conheço deixou de ser tentador independentemente da meteorologia que segue, e tu sim és a sedução do meu corpo e alma que tão bem já te conhece. Deixa-me estar, abraçar e beijar por cada gota que caia, deixa-me saborear tempestades, viver nevões na tua presença, na tua intensa companhia, pois nada é demais e nada o suficiente para te dizer: amo-te.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

o que o amor escreve o destino nao apaga.



As palavras possuem uma força capaz de transformar os sentimentos, as emoções que nos percorrem a alma, em lindos versos. Versos esses que mostram nada mais que uma realidade, uma realidade pura baseada nos que os meus olhos transmitem na sua ingenuidade, no que a minha boca pronuncia na sua inocência, no batimento cardíaco que acelera e acelera e não para e não quer parar porque enquanto TU e EU for sinonimo de NÒS não parará. E nas linhas que escrevemos, acredito e confio na força das letras que junto, na paixão que entrego á tinta que ilustra, no momento que proporciona uma inspiração espantosa. E tudo o que ficou registado não terá emenda, não tem borracha que evaporiza as palavras deixadas. Não sai. Não desaparece. Porque o que o amor escreve o destino não apaga.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

amo-te



 Dou por mim por momentos olhando o infinito, pensando nos desejos que me consomem a atenção, fechando os olhos e lembrando apenas no que será de mim quando não existir mais o sonho, o sonho de acordar nos teus braços, de tocar nos teus lábios, sentir o teu cheiro, sentir que me pertences e iras pertencer sem fim. Um fim que me assusta, me aterroriza de uma maneira incontrolável, não sei explicar, não sei dizer porque, só sei que o medo permanece e cresce ao mesmo tempo que o meu amor por ti aumenta. Será por te amar abusadamente, será por te desejar exageradamente, será porque me fazes a miúda mais feliz deste mundo, o porque eu desconheço, talvez porque jamais amei, desejei alguém como te amo e desejo a ti. Por cada toque que sinto, por cada momento que vivo, por cada lágrima que os meus olhos deixam cair sobre o meu rosto, por cada gesto que o meu ser transmite, tudo são puras razoes, tudo são puras verdades que eu não quero deixar de viver nem de sentir.